Liga Mundial
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A ascensão do Canadá ao Grupo 1 não surpreendeu
ninguém. Bem orientada e gerida por Glenn Hoag –
seleccionador que, tal como Gido Vermeulen (Holanda),
participou no XVIII Encontro Nacional da Associação
Nacional de Treinadores de Voleibol (ANTV) – a selecção da
América do Norte confirmou todo o favoritismo que lhe era,
unanimemente, atribuído, mantendo uma regularidade
exibicional só possível pelo vasto leque de soluções
alternativas do seu «banco» e que apenas terão dado dores
de cabeça à equipa técnica no momento de escolher os
atletas que representarão o país da folha do Ácer nos Jogos
Olímpicos de Verão, a disputar de 5 a 21 de Agosto na
cidade brasileira do Rio de Janeiro.
Fazer história
na Liga Mundial
O regresso do brasileiro Francisco dos Santos, 10 anos após
ter orientado a equipa das quinas na Liga Mundial 2006,
teve um impacto positivo no seio da Selecção Nacional.
Os frutos do trabalho desenvolvido, desde Maio, por Chico
dos Santos, na continuidade da renovação da equipa
encetada, nos dois últimos anos, por Hugo Silva, durante os
estágios realizados em Vila Flor e em Kortrijk (Bélgica),
foram visíveis ao longo da fase preliminar e teriam o seu
corolário justo no triunfo sobre um velho rival, a Holanda,
num pavilhão a transbordar de uma energia e um
entusiasmo contagiantes que acabaram por ter a sua quota-
parte de influência na qualificação para a final.
Atingida a Final Four, Portugal fez o que lhe competia,
VENCENDO A Holanda na meia-final por 3-1 (25-22, 26-24,
17-25 e 29-27). Link da estatística:
http://www.fivb.org/vis_web/volley/WL2016-2/WL2016-2_p2-056.pdf
Na final, a Selecção Nacional não conseguiu superar o
Canadá, reconhecido unanimemente como a equipa mais
forte do Grupo1, que só sofreu uma derrota (2-3, frente à
Finlândia) ao longo de toda a competição.




