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Nuno Lemos, Responsável pelo

Voleibol da EB Carolina Beatriz

Ângelo, recorda: “O Gira-Volei deu

muito à Escola, aos alunos e a mim”

em 10 anos de boas recordações e

de muitos títulos nacionais.

João Marques, Capitão dos Iniciados

Masculinos: “A nossa escola tem

uma grande tradição no Voleibol e

quando eu estava no sexto ano,

alguns colegas meus foram

campeões nacionais de Gira-Volei, o

que me despertou o interesse pela

modalidade. Isso e o facto de alguns

dos meus amigos também terem

começado a praticar, levou-me a

abraçar o Voleibol através do Gira-

Volei”.

Os miúdos cresceram aqui e já são

homens... E agora é que vemos a

importância e influência que

tivemos no seu crescimento.

A convivência entre alunos,

funcionários e professores

transforma isto numa espécie de

grande família e isso contribui para o

bom funcionamento da escola”.

Armando Martins, 20 anos, antigo

aluno, viu o mar pela primeira vez

quando foi a Oeiras disputar o

Encontro Nacional de Gira-Volei, em

2008. Seis anos volvidos, continua a

praticar a modalidade, pois “o

Voleibol é uma paixão”.

Leonel Salgueiro, Coordenador

Nacional de Gira-Volei, não tem

dúvidas:

“A Escola Sequeira - CBA é sem

dúvida uma referência. Os resul-

tados também contribuem para isso

e dão alguma visibilidade à escola,

mas o exemplo não se esgota aí. Isso

Ricardo Costa, ex-aluno da CBA: “O

será talvez o menos importante, a

ambiente que se vive nesta escola é

referência é a forma como eles

muito agradável, aqui somos todos

trabalham, os valores que incutem

amigos uns dos outros. Infelizmente,

nos miúdos, a eficácia com que

já cá não ando, mas sinto muitas

utilizam o Gira-Volei como forma de

saudades... É isso que me faz voltar

captação, a forma como a própria

cá, o Voleibol e a alegria que a

escola está estruturada, com os

modalidade transmite aos seus

campos montados permanen-

praticantes, criando o bom

temente, pois é isso que a Fede-

ambiente que sentimos aqui”.

ração pretende, e conseguem jogar

praticamente durante o ano todo no

exterior, o que acaba também por

motivar os atletas e fazer com que

pratiquem cada vez mais e

aperfeiçoem a sua forma de jogar.

Acaba por ser um exemplo por isso

tudo e pelo excelente trabalho do

Prof. Nuno Lemos. Muitos não o

conhecem pessoalmente e tão bem

como eu e a Federação o

conhecemos, mas vão-no

conhecendo através do Boletim

Eugénio André, funcionário da CBA:

Informativo que ele lança.

“Sou funcionário da Escola Carolina

Temos outras escolas que

Beatriz Ângelo há 15 anos e posso

constituem exemplos, mas esta é

dizer que conviver com o pessoal do

sem dúvida um dos melhores

Voleibol é muito agradável.

exemplos”.

Testemunhos

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