O Voleibol (Julho-Dezembro 2025)
15 "Saímos de cabeça erguida, como é óbvio. Depois desta época incrível, em que atingimos o nosso melhor resultado num Mundial e o nosso melhor ranking (subida de 27.º para….), só temos que estar satisfeitos. Estamos no bom caminho, estamos sempre a evoluir," referiram, com os olhos postos no futuro. A caminhada de Pedrosa/Campos só foi travada nos oitavos- de-final, frente aos checos Ondrej Perusic e David Schweiner, nada menos que os campeões mundiais em título. O resultado de 0-2 (16-21 e 18-21) não manchou a prestação, mas a dupla reconheceu a superioridade adversária. "Nos oitavos, não foi o resultado que queríamos... Enfrentámos os campeões do mundo em título e eles mostraram porque o são: serviram muito bem, tiraram-nos da nossa zona de conforto e o nosso serviço não esteve ao nível habitual. Tentámos ajustar, mas não foi suficiente," analisaram. Com a promessa de que "ainda há muito por vir" e de que "a melhor parte é que ainda temos muito para evoluir", a dupla, orientada pelo Selecionador Ricardo Rocha, mantém o foco nos objetivos a longo prazo, como os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. De referir que a evolução é notória, visto que no Mundial de 2023 tinham terminado a sua participação no 33.º lugar. Destaque na arbitragem A presença portuguesa no Mundial não se limitou aos atletas. O árbitro Rui Carvalho repetiu a presença, reforçando o seu estatuto internacional, tendo arbitrado a meia-final de masculinos, disputada pelos suecos David Ahman e Jonatan Hellvig e pelos alemães Clemens Wickler e Nils Ehlers, numa reedição da final dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Carvalho é uma figura de renome, tendo já apitado a final masculina em Londres 2012 e o jogo da medalha de bronze em Tóquio 2020.
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