O Voleibol (Janeiro-Junho 2024)
21 “Obrigada a todos aqueles que vieram aqui apoiar-nos, não fazem ideia do que isso significou para nós. Adoramos Espinho, com o sol e o mar e as pessoas simpáticas. Tudo é tão querido para nós aqui“, salientaram as novas campeãs de Espinho, que com este triunfo somaram 1200 pontos para o ranking internacional e amealharam 30.000 dólares. No jogo de atribuição da medalha de bronze, as neerlandesas Katja Stam e Raisa Schoon, derrotaram (2-0: 21-18 e 21-12) as espanholas Daniela Álvarez e Tania Moreno. As finais foram transmitidas na RTP 2, enquanto vários outros jogos puderam ser vistos através da RTP Play. Em relação às equipas da casa, João Pedrosa/Hugo Campos e Beatriz Pinheiro e Inês Castro classificaram-se ambas no 13.º lugar, que lhes rendeu 460 pontos para o ranking FIVB e um prémio pecuniário de 5.000 euros, enquanto os irmãos Gonçalo e Tomás Sousa, que se estrearam em provas deste nível, foram 21.ºs classificados. Estão de parabéns porque conseguiram fazer-nos acreditar até ao fim e provar, mais uma vez, que conseguimos estar na elite do Voleibol mundial”, salientou o Seleccionador Nacional Ricardo Rocha. «Gostaria de deixar uma nota a estes quatro rapazes porque a frustração e a tristeza que sentimos agora é culpa deles. É culpa deles porque eles é que nos fizeram acreditar e nos fizeram estar no último dia de qualificação olímpica, a nós e a todo o Voleibol português, com um esperança que ninguém pensaria ter no início da competição. A França haveria mostrar que tinha as duplas mais fortes, vencendo a Áustria no Golden Set, numa final arbitrada pelo português Rui Carvalho e pelo grego Charalampos Papadogoulas. Infelizmente, querer não basta e Portugal não conseguir realizar o sonho olímpico de Paris 2024, algo que esteve muito perto de acontecer em Jurmala, na Letónia. As duplas portuguesas João Pedrosa/Hugo Campos e Gonçalo Sousa/Tomás Sousa só foram travadas, e no último dia da fase final da Taça das Nações de Voleibol de Praia, pelos irredutíveis gauleses nas meias-finais. Um sonho que, todavia, não acabou; fica apenas adiado para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, a disputar em 2028 nos Estados Unidos da América. Sonho olímpico adiado para Los Angeles 2028 Inês/Beatriz Campos/Pedrosa G. Sousa/T. Sousa
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