O Voleibol (Agosto-Dezembro 2019)
Selecções Nacionais 6 Acredito, também, porque “Gondomar é Desporto”; existe uma natural apetência do nosso público para estar presente nos grandes eventos desportivo que felizmente temos vindo a organizar com frequência, nas mais diversas modalidades, fruto, também, do trabalho que desenvolvemos enquanto Cidade Europeia do Desporto 2017”. O Seleccionador Nacional, Hugo Silva, não tem dúvidas sobre a importância de disputar «em casa» uma competição que permanece como o maior feito de uma selecção portuguesa de Voleibol e que permite o regresso à elite mundial da modalidade. Em 2018, quando organizámos pela primeira vez a Challenger Cup, fizemos uma Golden League que poucos esperariam: atingimos a Final Four, tivemos alguns resultados surpreendentes, que que estávamos a perder 0-2 e demos a volta e vencemos por 3-2, e talvez tenham sido esses jogos que motivaram ainda mais a equipa e a impulsionaram rumo à Final Four. Na Challenger Cup estão envolvidas as melhores selecções de cada continente. Em 2018, fomos nós os representantes da Europa a conseguir erguer esse importante troféu, que continua a ser o de maior expressão conquistado pelas Selecções Nacionais e que, ninguém o esconde, seria um sonho poder repetir”. “No ano passado, a presença na Liga das Nações foi um momento de grande impacto para aquilo que nós queríamos, que era jogar ao nível mais alto. Foi uma experiência única e que teve uma resposta incrível por parte do público, que encheu o pavilhão em todos os jogos. O nível que a nossa equipa demonstrou, precisamente nesta poule, foi um nível muito bom, o que revela que a equipa, no limite, consegue jogar de igual para igual, contra as melhores selecções do mundo. É, por isso, uma experiência que todos nós queremos repetir”, confessa, salientando: “A organização da Challenger Cup é fundamental para ambicionarmos uma nova presença na Liga das Nações. “A Golden League 2020, e uma vez que vamos organizar a Challenger Cup, vai servir fundamentalmente para melhorar dois aspectos: continuar a introduzir jovens jogadores, esperando que aqueles que menos jogam nos nossos campeonatos possam rapidamente entrar no ritmo que nós queremos, pois precisamos deles; e para fazer evoluir aqueles que entrarem pela primeira vez, ou que o fizeram mais recentemente, na Selecção Nacional pois necessitamos de uma selecção na máxima força na Challenger Cup. Temos plena consciência de que nunca será fácil, mas já mostrámos que é possível vencer uma competição tão importante”.
Made with FlippingBook
RkJQdWJsaXNoZXIy MTMyMTIw