
VITÓRIA DA LETÓNIA NUMA FINAL PERFEITA!
08-07-2018
A dupla da
Letónia Janis Smedins/Aleksandrs Samoilovs sagrou-se
hoje vencedora do Espinho Open 2018, etapa de quatro
estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia, ao
superar (2-1: 21-13, 19-21 e 22-20) na final os
brasileiros Ricardo Santos e Gustavo Albrecht, num jogo
que empolgou o público e que perdurará certamente na
memória de todos aqueles que o presenciaram... e foram
muitos, pois lotaram o estádio montado na Praia da Baía,
criando uma animação extra num excelente espectáculo de
Voleibol de Praia.
No final, os letões
reconheceram: "Foi uma final perfeita! Um «combate
louco» entre duas duplas que queriam muito ganhar este
jogo e felizmente fomos nós a conquistar o triunfo, que
é muito importante para nós. A concentração ao longo
de todo o jogo foi muito importante e creio que o
espectáculo agradou ao público, que esteve sempre muito
activo".
Smedins e Samoilovs são já bem
conhecidos dos portugueses - disputaram as edições de
2006 e 2007 do Espinho Open - e tinham sido os únicos a
derrotar Ricardo e Guto na fase de grupos (2-1: 21-15,
15-21 e 17-15).
A medalha de prata foi
inteiramente merecida, pois o nome de Ricardo Santos é
já indissociável da competição espinhense. Com 11
presenças no Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de
ouro, o brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da
história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia
mundial.
Agora a fazer dupla com Gustavo Albrecht
(Guto), o jogador canarinho, de 43 anos, falhou o
recorde de vitórias em Espinho - tem cinco, como o seu
ex-parceiro Emanuel Rego - mas não parece incomodado com
isso: "O mais importante é viver o momento pelo
momento. Estamos a viver um momento muito bom como
dupla, foi a primeira competição em que disputámos o
Quadro principal. Nesta etapa atravessámos uma fase
duríssima, desde o Country Quota até esta Final. Foi o
nosso nono jogo em quatro dias, e sempre com lutas
difíceis e nós superámo-nos em cada jogo. O mais
importante é pensarmos semana a semana... Não tivemos
muito tempo para treinar como equipa, pelo que o
objectivo é cada um contribuir com o seu melhor para a
equipa e esperamos conseguir obter resultados bons como
este aqui em Espinho. O meu parceiro é como o
Superboy, voa em barda, só lamento não ter podido
ajudá-lo mais neste jogo. Tentámos manter o nível mas já
estamos a pensar que amanhã vamos ter uma duríssima
batalha em Gstaad [na Suíça, etapa de 5 esrelas do
Circuito Mundial]".
E como é, para um jovem,
jogar ao lado de uma lenda viva da modalidade? Guto
responde: "É incrível, está a ser uma experiência
única e estou a aproveitar ao máximo todos os segundos e
minutos que passo com ele, a jogar ou não, e estou a
aprender muito e a crescer como jogador".
O primeiro pódio para Thole e Wickler
A medalha de bronze foi para os alemães Thole e
Wickler, que venceram (2-1: 17-21, 21-12 e 15-11) a
dupla brasileira formada por Evandro Júnior, campeão
mundial em 2017, e Vítor Felipe, vencedor em 2017 do
Espinho Open de 2 estrelas.
Apesar de jovem (21
anos), Julius Thole disputou em Portugal o Espinho Open
de 2 estrelas, tendo ficado no 5.º lugar, e o Mundial de
Sub-19 (2014), tendo sido 9.º classificado.
No
final, a dinâmica dupla germânica não escondeu o seu
entusiasmo: "É difícil traduzir em palavras as
emoções que sentimos, pois é a nossa primeira medalha em
competições internacionais e do Circuito Mundial. Foi
uma luta muito dura, depois de perdermos o primeiro set,
mas vencemos e agora vamos dar um mergulho... As
últimas três semanas foram muito complicadas, sempre a
disputarmos as fases de qualificação e muitas vezes com
três sets por jogo, mas o nosso trabalho foi
recompensado".
Entregaram as medalhas às duplas
vencedoras: Pinto Moreira e Vicente Pinto,
respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Câmara
Municipal de Espinho, Vicente Araújo, Presidente da
Comissão de Voleibol de Praia da FIVB, Miguel Quintana,
Supervisor da FIVB, Comandante Carlos Campos, Capitão do
Porto do Douro, Teresa Siopa, Representante do
ActivoBank, Arnaldo Rocha, Teodemiro Carvalho e Leonel
Salgueiro, respectivamente Director, Secretário-Geral e
Director Técnico Nacional da FPV.
Em termos
globais, esta é a 15.ª edição do Espinho de masculinos e
a 10.ª de femininos. Um rol de competições que
celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a
dupla estrangeira predilecta do público espinhense.
Juntos, os brasileiros venceram três edições (2003, 2004
e 2007) e individualmente por cinco vezes (Emanuel e
Ricardo) levaram o ouro.

RICARDO SANTOS À PROCURA DA SEXTA VITÓRIA EM ESPINHO
07-07-2018
As meias-finais
do Espinho Open - masculinos não foram meigas para os
brasileiros Ricardo Santos e Guto (Gustavo Carvalhaes).
Colocaram no seu caminho os seus compatriotas Vítor
Felipe, vencedor do Espinho Open 2017, e Evandro Júnior,
campeão mundial em título... decididamente, a não
perder, pelas 11h00, em directo na Sport TV!
Contudo, Ricardo Santos, de 43 anos e 2 metros de
altura, não é daqueles que se deixa atemorizar. O seu
currículo fala por si, bem como o facto de Espinho ser
uma espécie de segunda casa e já ter vencido na capital
do Voleibol de praia nada menos que por cinco vezes em
Espinho.
A outra meia-final, agendada para as
12h00 (directo na Sport TV), coloca frente a frente duas
duplas muito combativas: Smedins/Samoilovs, da Letónia,
e Thole/Wickler, da Alemanha.
Com 11 presenças no
Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de ouro, o
brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da
história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia
mundial. Agora a fazer dupla com Gustavo Albrecht, o
jogador canarinho, de 43 anos, guarda fortes recordações
da competição.
Em termos globais, esta é a 15.ª
edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos.
Um rol de competições que celebrizaram nomes como
Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla estrangeira
predilecta do público espinhense. Juntos, os
brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e
individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo)
levaram o ouro.

CLANCY/ARTACHO: SALTO DE CANGURU NO ESPINHO OPEN
07-07-2018
As australianas
Taliqua Clancy e Artacho Del Solar derrotaram, na Final
disputada hoje na Praia da Baía, em Espinho, as
brasileiras Maria Antonelli e Carolina Salgado por 2-0
(23-21 e 21-17) e sagraram-se vencedoras do Espinho Open
2018.
Após somarem a sua quarta vitória no
Circuito Mundial (World Tour) - já venceram este ano
etapas de 1, 2, 3 e agora de 4 estrelas - Clancy e
Artacho Del Solar salientaram: "Foi um espectáculo
digno de uma final. Tivemos de impor o nosso jogo, pois
elas têm uma boa equipa, mas fomos sempre fortes como
equipa e merecemos esta vitória, a primeira numa etapa
de quatro estrelas. Não estávamos a pensar conseguir
vencer um torneio tão forte tão cedo, mas lutámos muito,
jogo a jogo, até atingirmos o pódio. Crescemos a
jogar Voleibol nas praias da Austrália e estamos a fazer
o que mais gostamos e a divertir-nos imenso aqui em
Espinho".
No jogo de atribuição do 3.º e 4.º
lugares classificativos, as norte-americanas Sara Hughes
e Summer Ross venceram (2-1: 17-21, 21-13 e 15-11) as
polacas Kinga Kolosinska/Katarzyna Kociolek.
No
final, as medalhas de bronze Sara Hughes e Summer Ross
não esconderam o seu contentamento: "O nosso
objectivo era uma medalha e conseguimos a de bronza.
Estamos muito contentes pois é resultado do trabalho
árduo que temos vindo a realizar. Acho que esta dupla
está a dar resultado, pois damos-nos muito bem e os
frutos estão a aparecer. Gostamos muito de estar em
Portugal e tudo isto contribui para o facto de nos
estarmos a divertir muito."
Entregaram as
medalhas às duplas vencedoras: Pinto Moreira, Presidente
da Câmara Municipal de Espinho, Vicente Araújo,
Presidente da Comissão de Voleibol de Praia da FIVB,
Miguel Quintana, Supervisor da FIVB, Hermínio Loureiro,
Vice-Presidente do COP, Teresa Siopa, Representante do
ActivoBank e Nuno Nunes e Arnaldo Rocha, directores da
FPV.

ROBERTO E
KIBINHO 17.ºS CLASSIFICADOS
07-07-2018
A única dupla
portuguesa sobrevivente aos primeiros embates da
exigente etapa de quatro estrelas do Circuito Mundial de
Voleibol de Praia que a FPV e a autarquia espinhense
organizam na Praia da Baía despediu-se hoje de manhã da
competição.
Após a sensacional vitória
conquistada na véspera frente aos russos Yarzutkin e
Sivolap (2-0: 22-20 e 24-22), Roberto Reis e Fabrício
Silva (Kibinho) não conseguiram superar os
norte-americanos Hyden e Brunner (0-2: 15-21 e 16-21).
No entanto, os portugueses tiveram a sua recompensa:
17.ºs classificados e mais 320 pontos para o ranking da
FIVB.
Fabrício Silva destacou: "O balanço é
positivo. Sabíamos que iria ser muito difícil, mas
tentámos lutar sempre até ao fim. É complicado defrontar
duplas que já têm cinco ou seis etapas internacionais,
bem como outro ritmo de jogo. A diferença em relação
a nós é que somos profissionais de Indoor e só dedicamos
à praia cerca de três meses, enquanto eles treinam na
praia durante todo o ano. É difícil fazer melhor
frente a jogadores que já estão a treinar na praia desde
Janeiro. O essencial seria apostar também nos
masculinos e nos jogadores que disputam os campeonatos
dos mais jovens".
Roberto Reis completou: "As
duplas norte-americanas e, sobretudo, as brasileiras,
quase de certeza, são as favoritas, pois já têm muitos
anos nas pernas, já andam neste tipo de competições há
muito tempo e creio que os primeiros lugares do Espinho
Open serão ocupados por alguma dessas duplas. O
Espinho Open tinha deixado saudades em todas as pessoas.
Durante anos, o Miguel Maia e o João Brenha foram o
porta-estandarte da competição e da modalidade no nosso
País. Este híato de onze anos foi mau para a modalidade
e é de louvar o esforço da Federação Portuguesa de
Voleibol e da Câmara Municipal de Espinho no sentido de
proporcionar novamente etapas do Circuito Mundial do
mais alto nível no nosso País e, sobretudo, numa cidade
histórica da modalidade como é Espinho".

POLACAS
SALVAM A HONRA DA EUROPA EM ESPINHO
06-07-2018
As
norte-americanas Sara Hughes/Summer Ross x as
australianas Clancy/Artacho Del Solar e as polacas Kinga
Kolosinska/Katarzyna Kociolek x as brasileiras Maria
Antonelli/Carol constituem os jogos das meias-finais do
torneio de femininos do Espinho Open, etapa de 4
estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia, cujo
torneio de femininos termina amanhã na Praia da Baía, em
Espinho. O torneio de masculinos prolonga-se até
domingo.
A Sport TV transmitirá em directo as
meias-finais, os jogos de atribuição dos 3.º e 4.º
lugares e as finais de femininos (sábado) e masculinos
(domingo).
Nos femininos, saliência ainda para as
eliminações de Kerri Walsh Jennings e Nicole Branagh,
afastadas pelas chinesas Fan Wang/Xinyi Xia, o que deu
às norte-americanas o 9.º lugar final.
As
brasileiras Ana Patrícia/Rebecca Silva também se
posicionaram no 9.º lugar, depois de terem sido
derrotadas pelas suas compatriotas e Maria Antonelli e
Carol, no seu sétimo jogo disputado no Espinho Open
2018.
Em masculinos, os jogos de amanhã começam
às 9h00, mas o destaque de hoje vai para Roberto Reis e
Fabrício Silva (Kibinho), que não entaram bem na
competição, tendo cedido (0-2: 13-21 e 18-21) diante dos
sérvios Lazar Kolaric e Stefan Basta, carrascos dos
portugueses Luís Gomes e José Silva. Contudo, depois
rectificaram a mão e venceram, nas vantagens, os russos
Yarzutkin e Sivolap por 2-0 (22-20 e 24-22). Amanhã,
a dupla lusitana defronta os norte-americanos Hyden e
Brunner.
Em relação às duplas estrangeiras, tanto
em masculinos como em femininos, houve oportunidades de
sobra para ver bons espectáculos de Voleibol de Praia.
Um jogo de uma «plêiade» de emoções e, como tal,
impróprio para cardíacos foi o que se disputou entre
dois históricos do Voleibol de Praia: o norte-americano
Philip Dalhausser, de 38 anos, campeão olímpico em
Pequim 2008, e o espanhol Raul Mesa, de 36 anos.
Dalhausser/Nicholas Lucena acabariam por vencer Raul
Mesa/Christian Garcia numa «negra» também ela muito
renhida: 2-1 (29-31, 21-13 e 21-19).
Quem também
ainda mexe é Ricardo Santos, de 43 anos e 2 metros de
altura, vencedor por cinco vezes em Espinho. De manhã,
Ricardo Santos e Guto (Gustavo Carvalhaes) venceram 2-1
(19-21, 24-22 e 15-12) os norte-americanos Jacob Gibb e
Taylor Crabb - uma vitória difícil frente a um
adversário igualmente difícil, somando assim o seu
terceiro triunfo consecutivo na prova.

GABI/VANESSA
EM 17.º LUGAR NO ESPINHO OPEN 2018
06-07-2018
Gabriela Coelho
e Vanessa Paquete defrontaram hoje, no Quadro Principal
do Espinho Open/ActivoBank, etapa de 4 estrelas do
Circuito Mundial de Voleibol de Praia a decorrer na
Praia da Baía, Ana Patrícia/Rebecca Silva, dupla
brasileira proveniente do Country Quota e que chegou a
este jogo já com 5 jogos (4 vitórias e uma derrota) no
bornal.
O nível superior apresentado pelas
canarinhas foi evidente ao longo da sua actuação no
Campo Central e traduziu-se no resultado: 2-0 (21-15 e
21-16).
Com este desfecho, a dupla lusitana
classificou-se no 17.º lugar - somou 320 pontos no
ranking mundial -, tendo ficado à frente de duplas bem
mais experientes como a austríaca
Schutzenhofer/Plesiutschnig ou a italiana
Zuccarelli/Traballi.
Vanessa Paquete reconheceu:
"É verdade que, depois do jogo com as alemãs [Anna
Behlen e Sarah Schneider], ficámos com a sensação de que
poderíamos ter ganho e se isso acontecesse ficaríamos em
primeiro na poule [assegurando a 9.ª posição], mas é
igualmente um facto que quando viemos para esta
competição não estávamos a ponderar sequer lutar pelo
primeiro lugar na fase de grupos. Claro que ganhar é
sempre o nosso objectivo, mas o balanço tem de ser
positivo, pois correu melhor do que estávamos à espera,
dado que nós não temos tanta experiência como as duplas
que enfrentámos".
Gabriela Coelho salientou:
"Estão aqui em Espinho algumas, senão a maioria, das
duplas mais fortes do Circuito Mundial femiinino e é
defrontando estas jogadoras que conseguiremos elevar o
nosso nível, pois para nos batermos com elas temos de
superar-nos e isso contribui e muito para a nossa
evolução como dupla".

PORTUGUESAS
PROMETEM LUTA NO QUADRO PRINCIPAL
05-07-2018
A dupla
portuguesa Gabriela Coelho/Vanessa Paquete defronta
amanhã, pelas 13h10, a dupla brasileira Ana
Patrícia/Rebecca no Campo Central (transmissão em
directo na Volei TV) no terceiro dia de prova do Espinho
Open, a etapa de quatro estrelas do Circuito Mundial de
Voleibol de Praia, organizanada na Praia da Baía pela
FPV com o apoio da Câmara Municipal de Espinho.
O
momento mais empolgante de hoje aconteceu precisamente
no jogo inaugural da única dupla lusitana ainda presente
na competição. Frente às tailandesas Varapatsorn
Radarong e Tanarattha Udomchavee, as portuguesas
venceram o primeiro set (21-19), mas cederam o segundo
(18-21). No terceiro e decisivo parcial, a dupla
lusitana, fortemente apoiada pelo público, superou a sua
adversária pelo resultado tangencial de 16-14.
Seguidamente, as portuguesas defrontaram as alemãs Anna
Behlen e Sarah Schneider tendo perdido por 0-2 (22-24 e
17-21).
Gabriela Coelho foi a porta-voz da dupla
lusa: "De manhã, disputámos um jogo muito renhido e
discutido. O público apoiou-nos sempre e isso ajudou-nos
muito, motivando-nos. Este segundo jogo foi também
muito disputado. Perdemos o primeiro parcial nas
vantagens e no segundo set continuámos a tentar discutir
a vitória, mas elas ganharam uma grande vantagem e,
apesar da nossa recuperação, era praticamente impossível
ganhar. Amanhã é um novo dia e contamos com o apoio do
público para conseguir uma nova vitória para Portugal".
No Quadro Principal de masculinos, Roberto Reis e
Fabrício Silva "Kibinho" vão defrontar (11h30, no Campo
Central) os sérvios Kolaric e Basta, carrascos dos
portugueses Luís Gomes e José Silva.
Apesar da
luta, os portugueses foram eliminados no Qualifying
Na Fase de Qualificação de masculinos, os
portugueses não foram felizes.
Luís Gomes e José
Silva perderam (0-2: 13-21 e 17-21) com os sérvios
Kolaric e Basta.
José Silva reconheceu:
"Defrontámos uma dupla sérvia forte, que já está
habituada a este tipode competições. Contávamos estar
melhor, fundamentalmente no primeiro e segundo toque,
mas sentimos que estávamos um bocado irregulares e isso
não nos possibilitou fazer o sideout. Depois, a estatura
deles e o seu podrio físico vieram ao de cima. Acabou
por ser um jogo não muito bem disputado, mas que
resultou numa boa experiência, que nos deixou a noção de
que temos de trabalhar mais um bocado.
Luís Gomes
acrescentou: "Em termos de experiência foi muito
gratificante. Foi um momento que poderá ter sido único.
Notámos que o nível é muito diferente de outras
competições, mas acho que esta experiência no Circuito
Mundial nos vai fazer crescer como atletas".
Luís
Freitas e Tiago Pereira também remaram contra a maré,
tendo perdido 0-2 (16-21 e 19-21) com os holandeses Dirk
Boehlé e Steven Van de Velde.
Luís Freitas
salientou: "O que faltou foi basicamente de ritmo
competitivo. Estamos a jogar com as melhores duplas do
mundo, que são, na maior parte senão na totalidade,
profissionais de Voleibol de Praia. Apesar de ser o
Qualifying, esta dupla tem um andamento totalmente
diferente do nosso e hoje faltou-nos, essencialmente, um
bocadinho de experiência. O balanço só pode ser
positivo porque esta é uma experiência que se
pudéssemos, repetiríamos semanal ou diariamente, pois
representar Portugal é sempre um orgulho e um prazer,
para mais a um nível tão alto como este".

BEM-VINDA A
CASA, KERRI WALSH!
05-07-2018
No Voleibol,
como em qualquer outr modalidade, há jogadores e...
Jogadores. Embora sempre tenha convergido para
Espinho a elite do Voleibol de Praia, há atletas que
merecem destaque pelos resultados que alcançaram ao
longo de uma carreira de sucesso.
O melhor
exemplo disso é Kerri Walsh Jennings, o nome maior do
Voleibol feminino. Aos 39 anos, a norte-americana, de
1.88 metros de altura, é um ícone do Voleibol de Praia
mundial, tendo sido, entre outros êxitos relevantes,
tricampeã olímpica (2004, 2008 e 2012), com Misty May,
com quem venceu por duas vezes em Espinho (2001 e 2005).
Não admira, por isso, que Kerri esteja a regressar a um
local que conhece bem e lhe traz boas recordações:
"Estou tão contente de estar novamente em Espinho.
Tinha-me esquecido de como Espinho é especial. Em termos
da minha carreira no Voleibol foi muito bom para mim,
pois obtive aqui grandes sucessos, mas esta praia para
mim é como estar em casa, é como estar em Manhathan
Beach. Estou muito feliz, as pessoas são
extraordinárias. Reconheço algumas caras familiares de
há muito tempo atrás. O que recordo melhor? De comer
aqui bom marisco, de jogar bom Voleibol num torneio
sempre de alto nível e... do vento e da areia. A verdade
é que só tenho boas recordações. Estou aqui com a
minha nova parceira Nicole [Branagh] e creio que este
torneio será bom para nós. É muito fácil jogar bom
Voleibol quando te sentes feliz, por isso convido todas
as pessoas a virem a Espinho para verem as melhores
duplas em acção. Puxem pelas vossas equipas preferidas e
divirtam-se como nós aqui na praia da Baía".
E as
norte-americanas não podiam ter entrado melhor na prova,
já que obtiveram um triunfo convincente sobre a dupla
italiana Zuccarelli/Traballi: 2-0 (21-15 e 21-9).

RICARDO - A
LENDA VIVA REGRESSA AO ESPINHO OPEN 2018
04-07-2018
Com 11
presenças no Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de
ouro, o brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da
história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia
mundial.
Agora a fazer dupla com Gustavo
Albrecht, o jogador canarinho, de 43 anos, guarda fortes
recordações da competição, da Praia da Baía, da cidade e
dos... amigos que cá deixou e com quem teve agora a
oportunidade de "matar saudades".
Em termos
globais, esta é a 15.ª edição do Espinho de masculinos e
a 10.ª de femininos. Um rol de competições que
celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a
dupla predilecta do público espinhense. Juntos, os
brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e
individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo)
levaram o ouro.
É com um brilhozinho nos olhos
que Ricardo Santos recorda: "Espinho é um sítio muito
especial para mim. Aqui sinto-me em casa. Foi uma base
de treino durante muitos anos e, desde 2003, com o
Emanuel até 2007. Foram dois ciclos de treinos para os
Jogos Olímpicos. Durante esse tempo, eu e o Emanuel
contámos sempre om a ajuda do Miguel Maia e do João
Brenha, grandes amigos há praticamente 20 anos e que
tive a oportunidade de rever ontem, bem como outros
portugueses com quem mantive amizade, apesar da
distância entre os nossos dois países. Sinto-me muito
contente por estar aqui e só espero ter um resultado
satisfatório neste regresso em força do Espinho Open".
Na sua longa carreira, Ricardo amealhou 902,683 mil
dólares, tendo participado em mais de 230 torneios e
vencido 1000 dos 1327 jogos disputados.

PORTUGUESAS
COM O QUADRO PRINCIPAL NA MIRA NO ESPINHO OPEN 2018
03-07-2018
As duplas
portuguesas de femininos de Voleibol de Praia entram
amanhã em acção na fase de qualificação do Espinho Open,
etapa de 4 estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de
Praia (World Tour BeachVolley) que a FPV organiza na
Praia da Baía, em Espinho.
Com apenas Gabriela
Coelho / Vanessa Paquete já de pedra e cal no Quadro
Principal, cabe a três duplas a missão de tentarem
engrossar o lote no Main Draw. Mas a tarefa não será
fácil...
Joana Gonzalez / Daniana Esteves
defrontam a dupla da Polónia Gruszczynska/Wachowicz.
A Brígida Ferreira / Daniela Loureiro também lhes
saiu uma fava, já que terão de enfrentar a dupla
brasileira Ana Patrícia/Rebecca, que venceram (2-0:
23-21 e 21-17) as suas compatriotas Josi/Lili no
denominado Country Quota (entre equipas do mesmo país).
Fotos: Mário Gouveia
a experiente dupla da
Polónia Gruszczynska/Wachowicz., enquanto Maria Tinoco /
Rita Fernandes medem forças com a forte dupla da Letónia
Alise Lece / Ilze Liepinlauska
Em masculinos,
Roberto Reis / Fabrício Silva vão disputar o Quadro
Principal, esperando que, depois de amanhã, outras
duplas lusas possam fazer o mesmo. Na quinta-feira,
para além, de Luís Freitas / Tiago Pereira, disputa
também a fase de qualificação a dupla Tomás Silva / Luís
Gomes, segunda classificada na etapa espinhense do
ActivoBank.
Em termos globais, esta será a 15.ª
edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos.
Um rol de competições que celebrizaram nomes como
Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla predilecta do
público espinhense. Juntos, os brasileiros venceram
três edições (2003, 2004 e 2007) e individualmente por
cinco vezes (Emanuel e Ricardo) levaram o ouro. O
brasileiro José Loiola, vencedor em Espinho por três
vezes (1998, 1999 e 2001), e o alemão Julius Brink (2005
e 2006) também deixaram saudades... Em femininos, a
dupla norte-americana Misty May-Treanor/Kerri Walsh
Jennings, vencedora em 2001 e 2005, bem como a dupla
canarinha Juliana Felisberta/Larissa França, a última
equipa a erguer o troféu (2007) marcaram a competição e
úm público exigente mas igualmente entusiástico, que fez
questão de encher sempre o estádio em Espinho, sobretudo
nas finais.
|