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Saiu de casa "aos 16 anos por causa do Voleibol" e desde então não tem parado nos palcos internacionais do Voleibol, quer pela Selecção Nacional – vencedora da Liga Europeia 2010 e da Challenger Cup 2018 –, quer pelos clubes nacionais e estrangeiros que representou, em Itália, França ou Coreia do Sul. Recém-chegado ao Al Rayyan, Marco Ferreira, que já ergueu a Supertaça do Catar, prepara-se agora para disputar, de 3 a 8 Dezembro, o Mundial de Clubes. O oposto de 32 anos, que em 2018 jogou ao serviço do OK Saving Bank R&C na Liga da Coreia do Sul, onde foi adversário do seu irmão Alexandre Ferreira (actualmente na Polónia), não estranhou a mudança para o famoso país do Médio Oriente e pretende amealhar mais títulos ao seu património desportivo.
– Embora já tenhas tido outras experiências em clubes
estrangeiros, esta mudança para o Al Rayyan alterou, de algum modo, a
tua vida do dia-a-dia e mesmo a tua forma de pensar?
– No Mundial de Clubes, quais são os objectivos do Al Rayyan?
– Tens conseguido conciliar a tua carreira profissional no
estrangeiro com a vida familiar?
– Que metas pessoais traçaste para esta época, a nível
desportivo? A 15.ª edição do Campeonato do Mundo de Clubes, em masculinos, disputa-se de 3 a 8 de Dezembro em Betim, no Brasil, este ano com um novo modelo competitivo, que envolve apenas quatro equipas: Cucine Lube Civitanova (Itália), Zenit Kazan (Rússia), Al Rayyan (Catar) e Sada Cruzeiro (Brasil).
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Mundial de Clubes aqui
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