VITÓRIA DA LETÓNIA NUMA FINAL PERFEITA!
08-07-2017

A dupla da Letónia Janis Smedins/Aleksandrs Samoilovs sagrou-se hoje vencedora do Espinho Open 2018, etapa de quatro estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia, ao superar (2-1: 21-13, 19-21 e 22-20) na final os brasileiros Ricardo Santos e Gustavo Albrecht, num jogo que empolgou o público e que perdurará certamente na memória de todos aqueles que o presenciaram... e foram muitos, pois lotaram o estádio montado na Praia da Baía, criando uma animação extra num excelente espectáculo de Voleibol de Praia.

No final, os letões reconheceram:
"Foi uma final perfeita! Um «combate louco» entre duas duplas que queriam muito ganhar este jogo e felizmente fomos nós a conquistar o triunfo, que é muito importante para nós.
A concentração ao longo de todo o jogo foi muito importante e creio que o espectáculo agradou ao público, que esteve sempre muito activo".

Smedins e Samoilovs são já bem conhecidos dos portugueses - disputaram as edições de 2006 e 2007 do Espinho Open - e tinham sido os únicos a derrotar Ricardo e Guto na fase de grupos (2-1: 21-15, 15-21 e 17-15).

A medalha de prata foi inteiramente merecida, pois o nome de Ricardo Santos é já indissociável da competição espinhense. Com 11 presenças no Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de ouro, o brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia mundial.

Agora a fazer dupla com Gustavo Albrecht (Guto), o jogador canarinho, de 43 anos, falhou o recorde de vitórias em Espinho - tem cinco, como o seu ex-parceiro Emanuel Rego - mas não parece incomodado com isso:
"O mais importante é viver o momento pelo momento. Estamos a viver um momento muito bom como dupla, foi a primeira competição em que disputámos o Quadro principal. Nesta etapa atravessámos uma fase duríssima, desde o Country Quota até esta Final. Foi o nosso nono jogo em quatro dias, e sempre com lutas difíceis e nós superámo-nos em cada jogo.
O mais importante é pensarmos semana a semana... Não tivemos muito tempo para treinar como equipa, pelo que o objectivo é cada um contribuir com o seu melhor para a equipa e esperamos conseguir obter resultados bons como este aqui em Espinho.
O meu parceiro é como o Superboy, voa em barda, só lamento não ter podido ajudá-lo mais neste jogo. Tentámos manter o nível mas já estamos a pensar que amanhã vamos ter uma duríssima batalha em Gstaad [na Suíça, etapa de 5 esrelas do Circuito Mundial]".

E como é, para um jovem, jogar ao lado de uma lenda viva da modalidade?
Guto responde:
"É incrível, está a ser uma experiência única e estou a aproveitar ao máximo todos os segundos e minutos que passo com ele, a jogar ou não, e estou a aprender muito e a crescer como jogador".

O primeiro pódio para Thole e Wickler

A medalha de bronze foi para os alemães Thole e Wickler, que venceram (2-1: 17-21, 21-12 e 15-11) a dupla brasileira formada por Evandro Júnior, campeão mundial em 2017, e Vítor Felipe, vencedor em 2017 do Espinho Open de 2 estrelas.

Apesar de jovem (21 anos), Julius Thole disputou em Portugal o Espinho Open de 2 estrelas, tendo ficado no 5.º lugar, e o Mundial de Sub-19 (2014), tendo sido 9.º classificado.

No final, a dinâmica dupla germânica não escondeu o seu entusiasmo:
"É difícil traduzir em palavras as emoções que sentimos, pois é a nossa primeira medalha em competições internacionais e do Circuito Mundial.
Foi uma luta muito dura, depois de perdermos o primeiro set, mas vencemos e agora vamos dar um mergulho...
As últimas três semanas foram muito complicadas, sempre a disputarmos as fases de qualificação e muitas vezes com três sets por jogo, mas o nosso trabalho foi recompensado".

Entregaram as medalhas às duplas vencedoras: Pinto Moreira e Vicente Pinto, respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Vicente Araújo, Presidente da Comissão de Voleibol de Praia da FIVB, Miguel Quintana, Supervisor da FIVB, Comandante Carlos Campos, Capitão do Porto do Douro, Teresa Siopa, Representante do ActivoBank, Arnaldo Rocha, Teodemiro Carvalho e Leonel Salgueiro, respectivamente Director, Secretário-Geral e Director Técnico Nacional da FPV.

Em termos globais, esta é a 15.ª edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos. Um rol de competições que celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla estrangeira predilecta do público espinhense.
Juntos, os brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo) levaram o ouro.



RICARDO SANTOS À PROCURA DA SEXTA VITÓRIA EM ESPINHO
07-07-2017

As meias-finais do Espinho Open - masculinos não foram meigas para os brasileiros Ricardo Santos e Guto (Gustavo Carvalhaes).
Colocaram no seu caminho os seus compatriotas Vítor Felipe, vencedor do Espinho Open 2017, e Evandro Júnior, campeão mundial em título... decididamente, a não perder, pelas 11h00, em directo na Sport TV!

Contudo, Ricardo Santos, de 43 anos e 2 metros de altura, não é daqueles que se deixa atemorizar. O seu currículo fala por si, bem como o facto de Espinho ser uma espécie de segunda casa e já ter vencido na capital do Voleibol de praia nada menos que por cinco vezes em Espinho.

A outra meia-final, agendada para as 12h00 (directo na Sport TV), coloca frente a frente duas duplas muito combativas: Smedins/Samoilovs, da Letónia, e Thole/Wickler, da Alemanha.

Com 11 presenças no Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de ouro, o brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia mundial.
Agora a fazer dupla com Gustavo Albrecht, o jogador canarinho, de 43 anos, guarda fortes recordações da competição.

Em termos globais, esta é a 15.ª edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos. Um rol de competições que celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla estrangeira predilecta do público espinhense.
Juntos, os brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo) levaram o ouro.



CLANCY/ARTACHO: SALTO DE CANGURU NO ESPINHO OPEN
07-07-2017

As australianas Taliqua Clancy e Artacho Del Solar derrotaram, na Final disputada hoje na Praia da Baía, em Espinho, as brasileiras Maria Antonelli e Carolina Salgado por 2-0 (23-21 e 21-17) e sagraram-se vencedoras do Espinho Open 2018.

Após somarem a sua quarta vitória no Circuito Mundial (World Tour) - já venceram este ano etapas de 1, 2, 3 e agora de 4 estrelas - Clancy e Artacho Del Solar salientaram:
"Foi um espectáculo digno de uma final. Tivemos de impor o nosso jogo, pois elas têm uma boa equipa, mas fomos sempre fortes como equipa e merecemos esta vitória, a primeira numa etapa de quatro estrelas.
Não estávamos a pensar conseguir vencer um torneio tão forte tão cedo, mas lutámos muito, jogo a jogo, até atingirmos o pódio.
Crescemos a jogar Voleibol nas praias da Austrália e estamos a fazer o que mais gostamos e a divertir-nos imenso aqui em Espinho".

No jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugares classificativos, as norte-americanas Sara Hughes e Summer Ross venceram (2-1: 17-21, 21-13 e 15-11) as polacas Kinga Kolosinska/Katarzyna Kociolek.

No final, as medalhas de bronze Sara Hughes e Summer Ross não esconderam o seu contentamento:
"O nosso objectivo era uma medalha e conseguimos a de bronza. Estamos muito contentes pois é resultado do trabalho árduo que temos vindo a realizar. Acho que esta dupla está a dar resultado, pois damos-nos muito bem e os frutos estão a aparecer.
Gostamos muito de estar em Portugal e tudo isto contribui para o facto de nos estarmos a divertir muito."

Entregaram as medalhas às duplas vencedoras: Pinto Moreira, Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Vicente Araújo, Presidente da Comissão de Voleibol de Praia da FIVB, Miguel Quintana, Supervisor da FIVB, Hermínio Loureiro, Vice-Presidente do COP, Teresa Siopa, Representante do ActivoBank e Nuno Nunes e Arnaldo Rocha, directores da FPV.



ROBERTO E KIBINHO 17.ºS CLASSIFICADOS
07-07-2017

A única dupla portuguesa sobrevivente aos primeiros embates da exigente etapa de quatro estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia que a FPV e a autarquia espinhense organizam na Praia da Baía despediu-se hoje de manhã da competição.

Após a sensacional vitória conquistada na véspera frente aos russos Yarzutkin e Sivolap (2-0: 22-20 e 24-22), Roberto Reis e Fabrício Silva (Kibinho) não conseguiram superar os norte-americanos Hyden e Brunner (0-2: 15-21 e 16-21).
No entanto, os portugueses tiveram a sua recompensa: 17.ºs classificados e mais 320 pontos para o ranking da FIVB.

Fabrício Silva destacou:
"O balanço é positivo. Sabíamos que iria ser muito difícil, mas tentámos lutar sempre até ao fim. É complicado defrontar duplas que já têm cinco ou seis etapas internacionais, bem como outro ritmo de jogo.
A diferença em relação a nós é que somos profissionais de Indoor e só dedicamos à praia cerca de três meses, enquanto eles treinam na praia durante todo o ano.
É difícil fazer melhor frente a jogadores que já estão a treinar na praia desde Janeiro.
O essencial seria apostar também nos masculinos e nos jogadores que disputam os campeonatos dos mais jovens".

Roberto Reis completou:
"As duplas norte-americanas e, sobretudo, as brasileiras, quase de certeza, são as favoritas, pois já têm muitos anos nas pernas, já andam neste tipo de competições há muito tempo e creio que os primeiros lugares do Espinho Open serão ocupados por alguma dessas duplas.
O Espinho Open tinha deixado saudades em todas as pessoas. Durante anos, o Miguel Maia e o João Brenha foram o porta-estandarte da competição e da modalidade no nosso País. Este híato de onze anos foi mau para a modalidade e é de louvar o esforço da Federação Portuguesa de Voleibol e da Câmara Municipal de Espinho no sentido de proporcionar novamente etapas do Circuito Mundial do mais alto nível no nosso País e, sobretudo, numa cidade histórica da modalidade como é Espinho".



POLACAS SALVAM A HONRA DA EUROPA EM ESPINHO
06-07-2017

As norte-americanas Sara Hughes/Summer Ross x as australianas Clancy/Artacho Del Solar e as polacas Kinga Kolosinska/Katarzyna Kociolek x as brasileiras Maria Antonelli/Carol constituem os jogos das meias-finais do torneio de femininos do Espinho Open, etapa de 4 estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia, cujo torneio de femininos termina amanhã na Praia da Baía, em Espinho. O torneio de masculinos prolonga-se até domingo.

A Sport TV transmitirá em directo as meias-finais, os jogos de atribuição dos 3.º e 4.º lugares e as finais de femininos (sábado) e masculinos (domingo).

Nos femininos, saliência ainda para as eliminações de Kerri Walsh Jennings e Nicole Branagh, afastadas pelas chinesas Fan Wang/Xinyi Xia, o que deu às norte-americanas o 9.º lugar final.

As brasileiras Ana Patrícia/Rebecca Silva também se posicionaram no 9.º lugar, depois de terem sido derrotadas pelas suas compatriotas e Maria Antonelli e Carol, no seu sétimo jogo disputado no Espinho Open 2018.

Em masculinos, os jogos de amanhã começam às 9h00, mas o destaque de hoje vai para Roberto Reis e Fabrício Silva (Kibinho), que não entaram bem na competição, tendo cedido (0-2: 13-21 e 18-21) diante dos sérvios Lazar Kolaric e Stefan Basta, carrascos dos portugueses Luís Gomes e José Silva.
Contudo, depois rectificaram a mão e venceram, nas vantagens, os russos Yarzutkin e Sivolap por 2-0 (22-20 e 24-22).
Amanhã, a dupla lusitana defronta os norte-americanos Hyden e Brunner.

Em relação às duplas estrangeiras, tanto em masculinos como em femininos, houve oportunidades de sobra para ver bons espectáculos de Voleibol de Praia.

Um jogo de uma «plêiade» de emoções e, como tal, impróprio para cardíacos foi o que se disputou entre dois históricos do Voleibol de Praia: o norte-americano Philip Dalhausser, de 38 anos, campeão olímpico em Pequim 2008, e o espanhol Raul Mesa, de 36 anos.
Dalhausser/Nicholas Lucena acabariam por vencer Raul Mesa/Christian Garcia numa «negra» também ela muito renhida: 2-1 (29-31, 21-13 e 21-19).

Quem também ainda mexe é Ricardo Santos, de 43 anos e 2 metros de altura, vencedor por cinco vezes em Espinho. De manhã, Ricardo Santos e Guto (Gustavo Carvalhaes) venceram 2-1 (19-21, 24-22 e 15-12) os norte-americanos Jacob Gibb e Taylor Crabb - uma vitória difícil frente a um adversário igualmente difícil, somando assim o seu terceiro triunfo consecutivo na prova.



GABI/VANESSA EM 17.º LUGAR NO ESPINHO OPEN 2018
06-07-2017

Gabriela Coelho e Vanessa Paquete defrontaram hoje, no Quadro Principal do Espinho Open/ActivoBank, etapa de 4 estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia a decorrer na Praia da Baía, Ana Patrícia/Rebecca Silva, dupla brasileira proveniente do Country Quota e que chegou a este jogo já com 5 jogos (4 vitórias e uma derrota) no bornal.

O nível superior apresentado pelas canarinhas foi evidente ao longo da sua actuação no Campo Central e traduziu-se no resultado: 2-0 (21-15 e 21-16).

Com este desfecho, a dupla lusitana classificou-se no 17.º lugar - somou 320 pontos no ranking mundial -, tendo ficado à frente de duplas bem mais experientes como a austríaca Schutzenhofer/Plesiutschnig ou a italiana Zuccarelli/Traballi.

Vanessa Paquete reconheceu:
"É verdade que, depois do jogo com as alemãs [Anna Behlen e Sarah Schneider], ficámos com a sensação de que poderíamos ter ganho e se isso acontecesse ficaríamos em primeiro na poule [assegurando a 9.ª posição], mas é igualmente um facto que quando viemos para esta competição não estávamos a ponderar sequer lutar pelo primeiro lugar na fase de grupos. Claro que ganhar é sempre o nosso objectivo, mas o balanço tem de ser positivo, pois correu melhor do que estávamos à espera, dado que nós não temos tanta experiência como as duplas que enfrentámos".

Gabriela Coelho salientou:
"Estão aqui em Espinho algumas, senão a maioria, das duplas mais fortes do Circuito Mundial femiinino e é defrontando estas jogadoras que conseguiremos elevar o nosso nível, pois para nos batermos com elas temos de superar-nos e isso contribui e muito para a nossa evolução como dupla".



PORTUGUESAS PROMETEM LUTA NO QUADRO PRINCIPAL
05-07-2017

A dupla portuguesa Gabriela Coelho/Vanessa Paquete defronta amanhã, pelas 13h10, a dupla brasileira Ana Patrícia/Rebecca no Campo Central (transmissão em directo na Volei TV) no terceiro dia de prova do Espinho Open, a etapa de quatro estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia, organizanada na Praia da Baía pela FPV com o apoio da Câmara Municipal de Espinho.

O momento mais empolgante de hoje aconteceu precisamente no jogo inaugural da única dupla lusitana ainda presente na competição.
Frente às tailandesas Varapatsorn Radarong e Tanarattha Udomchavee, as portuguesas venceram o primeiro set (21-19), mas cederam o segundo (18-21).
No terceiro e decisivo parcial, a dupla lusitana, fortemente apoiada pelo público, superou a sua adversária pelo resultado tangencial de 16-14.

Seguidamente, as portuguesas defrontaram as alemãs Anna Behlen e Sarah Schneider tendo perdido por 0-2 (22-24 e 17-21).

Gabriela Coelho foi a porta-voz da dupla lusa:
"De manhã, disputámos um jogo muito renhido e discutido. O público apoiou-nos sempre e isso ajudou-nos muito, motivando-nos.
Este segundo jogo foi também muito disputado. Perdemos o primeiro parcial nas vantagens e no segundo set continuámos a tentar discutir a vitória, mas elas ganharam uma grande vantagem e, apesar da nossa recuperação, era praticamente impossível ganhar. Amanhã é um novo dia e contamos com o apoio do público para conseguir uma nova vitória para Portugal".

No Quadro Principal de masculinos, Roberto Reis e Fabrício Silva "Kibinho" vão defrontar (11h30, no Campo Central) os sérvios Kolaric e Basta, carrascos dos portugueses Luís Gomes e José Silva.

Apesar da luta, os portugueses foram eliminados no Qualifying

Na Fase de Qualificação de masculinos, os portugueses não foram felizes.

Luís Gomes e José Silva perderam (0-2: 13-21 e 17-21) com os sérvios Kolaric e Basta.

José Silva reconheceu:
"Defrontámos uma dupla sérvia forte, que já está habituada a este tipode competições. Contávamos estar melhor, fundamentalmente no primeiro e segundo toque, mas sentimos que estávamos um bocado irregulares e isso não nos possibilitou fazer o sideout. Depois, a estatura deles e o seu podrio físico vieram ao de cima. Acabou por ser um jogo não muito bem disputado, mas que resultou numa boa experiência, que nos deixou a noção de que temos de trabalhar mais um bocado.

Luís Gomes acrescentou:
"Em termos de experiência foi muito gratificante. Foi um momento que poderá ter sido único. Notámos que o nível é muito diferente de outras competições, mas acho que esta experiência no Circuito Mundial nos vai fazer crescer como atletas".

Luís Freitas e Tiago Pereira também remaram contra a maré, tendo perdido 0-2 (16-21 e 19-21) com os holandeses Dirk Boehlé e Steven Van de Velde.

Luís Freitas salientou:
"O que faltou foi basicamente de ritmo competitivo. Estamos a jogar com as melhores duplas do mundo, que são, na maior parte senão na totalidade, profissionais de Voleibol de Praia. Apesar de ser o Qualifying, esta dupla tem um andamento totalmente diferente do nosso e hoje faltou-nos, essencialmente, um bocadinho de experiência.
O balanço só pode ser positivo porque esta é uma experiência que se pudéssemos, repetiríamos semanal ou diariamente, pois representar Portugal é sempre um orgulho e um prazer, para mais a um nível tão alto como este".



BEM-VINDA A CASA, KERRI WALSH!
05-07-2017

No Voleibol, como em qualquer outr modalidade, há jogadores e... Jogadores.
Embora sempre tenha convergido para Espinho a elite do Voleibol de Praia, há atletas que merecem destaque pelos resultados que alcançaram ao longo de uma carreira de sucesso.

O melhor exemplo disso é Kerri Walsh Jennings, o nome maior do Voleibol feminino.
Aos 39 anos, a norte-americana, de 1.88 metros de altura, é um ícone do Voleibol de Praia mundial, tendo sido, entre outros êxitos relevantes, tricampeã olímpica (2004, 2008 e 2012), com Misty May, com quem venceu por duas vezes em Espinho (2001 e 2005).
Não admira, por isso, que Kerri esteja a regressar a um local que conhece bem e lhe traz boas recordações:
"Estou tão contente de estar novamente em Espinho. Tinha-me esquecido de como Espinho é especial. Em termos da minha carreira no Voleibol foi muito bom para mim, pois obtive aqui grandes sucessos, mas esta praia para mim é como estar em casa, é como estar em Manhathan Beach.
Estou muito feliz, as pessoas são extraordinárias. Reconheço algumas caras familiares de há muito tempo atrás.
O que recordo melhor? De comer aqui bom marisco, de jogar bom Voleibol num torneio sempre de alto nível e... do vento e da areia. A verdade é que só tenho boas recordações.
Estou aqui com a minha nova parceira Nicole [Branagh] e creio que este torneio será bom para nós.
É muito fácil jogar bom Voleibol quando te sentes feliz, por isso convido todas as pessoas a virem a Espinho para verem as melhores duplas em acção. Puxem pelas vossas equipas preferidas e divirtam-se como nós aqui na praia da Baía".

E as norte-americanas não podiam ter entrado melhor na prova, já que obtiveram um triunfo convincente sobre a dupla italiana Zuccarelli/Traballi: 2-0 (21-15 e 21-9).



RICARDO - A LENDA VIVA REGRESSA
AO ESPINHO OPEN 2018

04-07-2017

Com 11 presenças no Espinho Open, oito medalhas, sendo cinco de ouro, o brasileiro Ricardo Santos é já uma lenda viva da história da competição portuguesa e do Voleibol de Praia mundial.

Agora a fazer dupla com Gustavo Albrecht, o jogador canarinho, de 43 anos, guarda fortes recordações da competição, da Praia da Baía, da cidade e dos... amigos que cá deixou e com quem teve agora a oportunidade de "matar saudades".

Em termos globais, esta é a 15.ª edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos. Um rol de competições que celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla predilecta do público espinhense.
Juntos, os brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo) levaram o ouro.

É com um brilhozinho nos olhos que Ricardo Santos recorda:
"Espinho é um sítio muito especial para mim. Aqui sinto-me em casa. Foi uma base de treino durante muitos anos e, desde 2003, com o Emanuel até 2007. Foram dois ciclos de treinos para os Jogos Olímpicos.
Durante esse tempo, eu e o Emanuel contámos sempre om a ajuda do Miguel Maia e do João Brenha, grandes amigos há praticamente 20 anos e que tive a oportunidade de rever ontem, bem como outros portugueses com quem mantive amizade, apesar da distância entre os nossos dois países.
Sinto-me muito contente por estar aqui e só espero ter um resultado satisfatório neste regresso em força do Espinho Open".

Na sua longa carreira, Ricardo amealhou 902,683 mil dólares, tendo participado em mais de 230 torneios e vencido 1000 dos 1327 jogos disputados.


PORTUGUESAS COM O QUADRO PRINCIPAL
NA MIRA NO ESPINHO OPEN 2018

03-07-2017

As duplas portuguesas de femininos de Voleibol de Praia entram amanhã em acção na fase de qualificação do Espinho Open, etapa de 4 estrelas do Circuito Mundial de Voleibol de Praia (World Tour BeachVolley) que a FPV organiza na Praia da Baía, em Espinho.

Com apenas Gabriela Coelho / Vanessa Paquete já de pedra e cal no Quadro Principal, cabe a três duplas a missão de tentarem engrossar o lote no Main Draw.
Mas a tarefa não será fácil...

Joana Gonzalez / Daniana Esteves defrontam a dupla da Polónia Gruszczynska/Wachowicz.

A Brígida Ferreira / Daniela Loureiro também lhes saiu uma fava, já que terão de enfrentar a dupla brasileira Ana Patrícia/Rebecca, que venceram (2-0: 23-21 e 21-17) as suas compatriotas Josi/Lili no denominado Country Quota (entre equipas do mesmo país). Fotos: Mário Gouveia

a experiente dupla da Polónia Gruszczynska/Wachowicz., enquanto Maria Tinoco / Rita Fernandes medem forças com a forte dupla da Letónia Alise Lece / Ilze Liepinlauska

Em masculinos, Roberto Reis / Fabrício Silva vão disputar o Quadro Principal, esperando que, depois de amanhã, outras duplas lusas possam fazer o mesmo.
Na quinta-feira, para além, de Luís Freitas / Tiago Pereira, disputa também a fase de qualificação a dupla Tomás Silva / Luís Gomes, segunda classificada na etapa espinhense do ActivoBank.

Em termos globais, esta será a 15.ª edição do Espinho de masculinos e a 10.ª de femininos. Um rol de competições que celebrizaram nomes como Emanuel Rego e Ricardo Santos, a dupla predilecta do público espinhense.
Juntos, os brasileiros venceram três edições (2003, 2004 e 2007) e individualmente por cinco vezes (Emanuel e Ricardo) levaram o ouro.
O brasileiro José Loiola, vencedor em Espinho por três vezes (1998, 1999 e 2001), e o alemão Julius Brink (2005 e 2006) também deixaram saudades...
Em femininos, a dupla norte-americana Misty May-Treanor/Kerri Walsh Jennings, vencedora em 2001 e 2005, bem como a dupla canarinha Juliana Felisberta/Larissa França, a última equipa a erguer o troféu (2007) marcaram a competição e úm público exigente mas igualmente entusiástico, que fez questão de encher sempre o estádio em Espinho, sobretudo nas finais.