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Numa iniciativa que pretende um aproveitamento racional formativo de
excelência neste tempo de ausência forçada de competição nos recintos
desportivos, o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de
Voleibol (CAFPV), em colaboração com o Departamento de Formação
federativo, continua a proporcionar aos árbitros nacionais a troca de
experiências e a partilha de conhecimentos com «juízes» internacionais
de renome. Árbitro internacional desde 2004, o currículo de Paulo Ricardo Turci fala por si: indicado para diversas provas de nível mundial, como os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, dirigiu já jogos e finais de Campeonatos do Mundos (selecções e clubes), Taça do Mundo, Liga Mundial/VNL e naturalmente, Superliga Brasileira, estando indicado para os Jogos Olímpicos de Tóquio.
No balanço desta concorrida sessão, Avelino
Azevedo, Presidente do CAFPV, fez a avaliação desta conferência,
denominada «A arbitragem nacional e internacional» no âmbito do
Voleibol: Aproveitando esta dinâmica formativa, na segunda parte desta videoconferência, a que Paulo Turci fez questão de assistir, foi feito o visionamento e discussão de alguns casos de jogo do Voleibol, com a colaboração dos três árbitros internacionais portugueses de Voleibol: José Caramez, Nuno Teixeira e Raquel Portela, que apresentaram, cada um, "um caso de jogo, gerador de uma dinâmica troca de opiniões sobre os princípios que devem presidir à interpretação deste tipo de situações".
O próximo evento está agendado para o próximo domingo, dia 14 de Junho,
com a presença de mais uma convidada que fala a língua portuguesa e
também foi nomeada para os Jogos Olímpicos de Tóquio: a brasileira
Maria Amélia Villas-Boas, um nome
referencial do Voleibol de Praia internacional, presente em quatro
edições dos Jogos Olímpicos: três como árbitra (Atlanta, Pequim e
Londres – nestes dois últimos, apitou duas finais ) e uma, Rio de
Janeiro 2016, como responsável pela gestão dos árbitros. Este conjunto de iniciativas visa melhorar todos os pressupostos para uma arbitragem nacional a um patamar mais elevado nas próximas temporadas, contribuindo assim, de uma maneira construtiva e pedagógica, para a melhoria e o desenvolvimento do Voleibol e do Voleibol de Praia em Portugal.
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